No Brasil, 70% das empresas familiares morrem porque não conseguem chegar à geração seguinte; o real problema e sua solução podem não ser muito óbvios.
Narciso era uma criança tão bela que sua mãe, Liríope, preocupada, decidiu consultar um sábio sobre como criá-lo. Tirésias disse que o menino só teria vida longa se jamais visse a própria imagem. Mas, um dia, Narciso dirigiu-se a um lago e, ao ver sua imagem refletida ali, enlouqueceu de amor pelo próprio reflexo, sem olhos para mais nada. Mergulhou n’água e desapareceu em busca do objeto de sua paixão, sem reconhecer que era ele mesmo.
Partindo desse mito, a psicanálise desenvolveu o conceito de narcisismo, que remete à pessoa que nutre paixão por si mesma. Um tanto de amor próprio é necessário para confirmar e sustentar a autoestima, é claro, mas o exagero costuma ser prejudicial, não apenas ao convívio social como ao trabalho e à vida da pessoa.
Taittinger é um exemplo bem-sucedido de empresa familiar que conseguiu se reinventar, preservando valores como ética, dever e modéstia.
Uma das maiores e mais distintas marcas de champanhe do mundo, a Taittinger, é uma das poucas casas de champanhe da França que há quase um século continua nas mãos da mesma família. Dona de clássicos, como o cuvée Comte de Champagne, que fazem parte da wish list dos amantes da bebida, a Taittinger é uma das joias da cidade de Reims, conhecida como ‘‘Ville des Sacres” (Cidade Sagrada) devido ao grande número de reis da França que foram coroados na famosa Catedral de Notre Dame de Reims, entre os anos de 1027 e 1825.
Nas cerimônias de coroação, realizadas na catedral de estilo gótico, era costume servir champanhe, o que contribuiu para disseminar sua fama. Por isso, ficou conhecida como a bebida de reis e rainhas. Desde a década de 1940, a Taittinger está sediada sobre a abadia de Saint-Nicaise, local onde monges trabalharam desde o século 13.
Qual o melhor restaurante em que você esteve nos últimos tempos? Você sabia que um dos melhores restaurantes do mundo é uma empresa familiar?
A quarta temporada da série Chef’s Table, na Netflix, está voltada ao delicioso mundo dos doces, e Jordi Roca é um dos participantes do programa. O jovem confeiteiro, que começou como garçom aos 20 anos, encontrou a verdadeira vocação na cozinha, com irmãos mais velhos no restaurante El Celler de Can Roca.
Com Jordi veio a terceira estrela Michelin, transformando o restaurante El Celler de Roca em um dos melhores do mundo.
Para Nelson Cury Filho, especialista em Governança Familiar e fundador do Fórum Brasileiro da Família Empresária – FBFE, o século XXI apresenta ameaças e oportunidades na era da transformação digital.
O desafio, para Cury Filho, está em equilibrar legado e inovação. Mas, no contexto mundial de intensa competição e rápidas mudanças, as empresas familiares têm se destacado positivamente, entregando melhores resultados que as public companies.
– Por que as empresas familiares estão mais preparadas para enfrentar os desafios deste século?
A série Succession é exibida em um dos canais fechados mais famosos do mundo – o HBO – e conta a história de uma família empresária irreverente e bilionária.
O patriarca é um senhor com problemas de saúde chamado Logan, fundador de um grupo de comunicação. Ele quer passar o comando dos negócios para um dos quatro filhos. Mas, na verdade, só três estão na briga pelo comando, pois Connor, o filho mais velho, está na vida política e quer ser presidente dos Estados Unidos. Continue lendo
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