Equidade, Inclusão e Psicologia Positiva foram assuntos apresentados por Hugo Nisembaum, mestre em ciências do Comportamento e Desenvolvimento Organizacional, no FBFE Mulher 2021. Os temas são importantes não só para o desenvolvimento dos líderes, mas também dos colaboradores.
Hugo Nisembaum começou sua palestra citando um artigo do especialista em Liderança americano, Jack Zenger. Ele escreve para a Forbes e para a Harvard Business Review. Na publicação, de 2019, Jack descrevia a capacidade das mulheres e a falta de reconhecimento do potencial delas.
Ele fez pesquisas a partir de 2012 em que se perguntava se algum dia as mulheres conseguiriam assumir cargos de responsabilidade no governo dos Estados Unidos. Para a surpresa dele, kamala Harris assumiu a vice-presidência do seu país.
Daniela De Rogatis é especialista em formação e educação de herdeiros e trouxe uma rica contribuição para o FBFE Mulher 2021. Ela falou sobre os desafios que as famílias empresárias enfrentam no encaminhamento positivo e propositivo dos jovens herdeiros de suas famílias.
Daniela De Rogatis acredita que herdeiros de grandes empresas familiares vivem dentro de um contexto diferenciado, mas, é fundamental o cuidado na formação de futuros acionistas para manter as perspectivas a um conjunto de oportunidades e realizações para o futuro deles, e dos negócios da família.
A especialista destaca a importância da juventude da elite econômica, por seu papel relevante na construção daquilo que será importante para o país, e na criação de uma nova fronteira para a sociedade do futuro, como paradigma do novo século XXI.
Estrategista de comunicação e CEO da consultoria N Ideias, Nizan Guanaes disse que os empresários não podem “se apaixonar” mais pelo negócio do que pela oportunidade, mas precisam estar preparados para ter vários negócios ou diversas fases do negócio.
Empreendedores precisam se reinventar o tempo inteiro para acompanhar as profundas transformações que caracterizam o chamado mundo VUCA ( Volatility, Uncertainty, Complexity e Ambiguity), segundo o estrategista Nizan Guanaes , CEO da consultoria N Ideias, na palestra de encerramento do Family Business Innovation, realizado pelo Fórum Brasileiro da Família Empresária (FBFE)
Para Guanaes, os empresários têm uma decisão fundamental a ser tomada neste contexto de grande volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade: se serão “vivedores” ou “morredores”. “O vivedor é aquele que enfrenta o problema com perspectiva e quer viver, enquanto o morredor, na mesma circunstância, já é derrotado porque pensa para baixo”, explicou.
Um dos maiores influenciadores sobre inovação, o jornalista Ivan Moré aplicou o conceito de desobediência produtiva no contexto da sucessão familiar e reforçou que o negócio pode subir degraus em valores, propósitos e resultados se o fundador estiver aberto a compartilhar poder e o sucessor entender a maneira como o patriarca pensa e fizer as adaptações conforme os novos pontos de vista
“É possível alcançar resultados incríveis – ou, pelo menos, diferentes – se você pensar fora da caixa diante de uma circunstância que promove em você a inquietação”, declarou o fundador da plataforma Desobediência Produtiva. Ele abriu o último quinto e último dia do Family Business Innovation, evento realizado pelo Fórum Brasileiro da Família Empresária (FBFE).
De maneira descontraída, Ivan More falou sobre a trajetória profissional de 20 anos na Rede Globo, para exemplificar que estava sempre buscando quebrar protocolos e entregar mais do que o esperado, tendo como base a chamada desobediência produtiva, que envolve o tripé: percepção do entorno, confiança em si e na equipe e coragem para “dar o chute seguro”.
Filipe Callil, co-fundador e CEO do ClapMe, disse que a startup precisou se reinventar mais de uma vez para sobreviver, sendo hoje uma destacada empresa brasileira que atende o mercado publicitário, com produção e distribuição de conteúdo ao vivo.
Ter resiliência é fundamental na hora de empreender, sobretudo, quando o modelo de negócio a ser validado é disruptivo. “Desde o começo foi um desafio intenso”, contou Filipe Callil, co-fundador e CEO do ClapMe, ao apresentar o case de uma das mais inovadoras contechs brasileiras, durante o quarto dia do Family Business Innovation, evento realizado pelo Fórum Brasileiro da Família Empresária (FBFE).
A ClapMe surgiu em 2013, em São Paulo, com a expectativa de ser o “maior palco do mundo”, com transmissão ao vivo de shows, mas após enfrentar dificuldades precisou se reinventar mais de uma vez para sobreviver. Hoje atende o mercado publicitário, com produção e distribuição de conteúdo ao vivo.
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