Na palestra de abertura do quarto dia do evento Family Business Innovation, João Kepler, diretor na Bossa Nova Investimentos, afirmou que startup é um modelo de negócio diferenciado e o papel do anjo investidor, além de dar aporte financeiro, é ajudar com conexões, sinergias, apoios e mentorias para alavancar o crescimento da empresa.
O mercado tradicional inteiro, de alguma forma, está se relacionando com as startups. As grandes empresas contratam, investem ou criam ambientes de pré-aceleração para esses modelos de negócio, disse o ” anjo investidor ” João Kepler, diretor na Bossa Nova Investimentos, durante o quarto dia do Family Business Innovation, evento realizado pelo Fórum Brasileiro da Família Empresária (FBFE).
Kepler reforçou que startup é um modelo de negócio diferenciado. “O modelo da economia tradicional é comprar, vender, alugar, enquanto na nova economia temos downloads, assinaturas e várias outras formas. É um negócio escalável, isto é, aumenta resultado e faturamento, mas não aumenta infraestrutura ou despesa proporcional”, disse.
As propostas de alteração nas regras do imposto sobre grandes fortunas, no empréstimo compulsório, na tributação de dividendos e de fundos fechados e no imposto sobre herança e doações foram o tema da head de wealth planning e cohead de endowment do Santander Private Banking, Luciana Bragança no evento Family Business Innovation 2020, promovido pelo Fórum Brasileiro da Família Empresária (FBFE).
A pandemia da covid-19 trouxe o tema do planejamento patrimonial para a lista de prioridades. Se, por um lado, deixou mais latente a ideia da finitude, também levou as famílias a considerar como podem ampliar seu legado em prol da sociedade. Some-se a isso o fato de a pandemia ter evidenciado e acelerado a discussão de propostas em torno da tributação de fortunas, heranças e investimentos.
Essas possíveis mudanças, embora ainda em discussão e com propostas distintas, devem ser pauta de conversas entre os membros das famílias empresárias. Mesmo que ainda dependam de negociações e votações nas casas legislativas, sanções e prazos até que entrem em vigor, praticamente todas elas envolvem aspectos emocionais e pessoais, além dos aspectos legislativos e jurídicos. Continue lendo
Para Schrage, nos últimos meses, muitas empresas passaram a se preocupar em como fazer para que as pessoas sejam mais inovadoras, quando, na verdade, a questão mais importante é como fazer com que a inovação crie mais valor para as pessoas.
Michael Schrage, professor e pesquisador de Economia Digital da Sloan School of Management do Massachusetts Institute of Technology (MIT), acredita que não basta dispor de ferramentas e tecnologias inovadoras, precisamos melhorar as competências e a criatividade das pessoas.
Procurado por empresas de diferentes países e portes interessadas em receber orientações sobre como se adequar às limitações impostas pela pandemia da covid-19, o professor e pesquisador de Economia Digital da Sloan School of Management do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Michael Schrage percebeu que o foco deveria ser outro.
Para o CEO da Qura, editora da prestigiada revista MIT Sloan Review no Brasil, Pedro Nascimento, o País precisa abandonar a crença de que tudo se transforma em commodity.
A história dos negócios mostra que produtos considerados commodities podem ser plataformas para a inovação. “No longo prazo, tudo vira torradeira.” Citando a frase do economista e professor da Columbia Business School Bruce Greenwald, o CEO da Qura, editora da prestigiada revista MIT Sloan Review no Brasil, Pedro Nascimento, iniciou sua apresentação no terceiro dia do Family Business Innovation, evento promovido pelo Fórum Brasileiro da Família Empresária (FBFE) .
Mas ele deixou claro que a afirmação não é verdadeira quando há inovação. A própria história dos negócios mostra que produtos definidos como commodities muitas vezes se tornam plataformas para a inovação.
Patricia Villela Marino , presidente do Instituto Humanitas360 (H360), entidade que trabalha em diversos países das Américas para diminuir a violência e melhorar a qualidade de vida da população, falou durante o segundo dia do evento Family Business Innovation sobre as ações de reintegração social com presidiários desenvolvidas pela organização filantrópica.
“Nosso sistema penitenciário é a nossa senzala de séculos atrás. Os vários séculos de escravidão e poucos de liberdade ainda não foram suficientes para fazer a transição daqueles que estavam segregados naquele momento para os que estão segregados neste momento.” A afirmação é da empresária e empreendedora Patricia Villela Marino, presidente do Instituto Humanitas360 (H360), entidade com atuação em diversos países e que no Brasil desenvolve um trabalho de reinserção social com presidiários para que não retornem à criminalidade.
Existe no País, disse, uma subclasse, uma sociedade quase de castas, resultado de um enorme problema de segregação racial e da falta de educação e de políticas públicas para oferecer uma rede de proteção para as pessoas que saíram de um sistema de transição e de submissão. É essa subclasse que é encontrada no sistema penitenciário brasileiro.Segundo ela, 60% das quase 800 mil pessoas presas são negras ou pardas.
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