Atenção investidores! Quando o CDI, referência para diversas aplicações, não é o CDI mesmo

Gestores de Family Offices e investidores precisam ficar atentos e acompanhar os retornos de suas aplicações de forma sistemática, checando se a taxa de referência é, de fato, a aceita pelo mercado: a taxa DI-Cetip. A SmartBrain, empresa especializada em solucionar a complexidade operacional da consultoria de investimentos e patrocinadora oficial do Family Office Summit Brazil 2017, compartilha com a gente, uma “pegadinha” que pode estar passando desapercebido.
O mercado financeiro brasileiro, o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) – que representa a taxa de juros média das operações interbancárias – entre os próprios bancos – é usado como parâmetro de rentabilidade de inúmeras aplicações, principalmente dos títulos e fundos de renda fixa.
Assim, grande parte do rendimento dos investimentos é comparado ao CDI em forma de percentual, por exemplo, 102% do CDI. Nesse universo, estão CDBs (Certificados de Depósitos Bancários), LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e CRIs (Certificados de Recebível Imobiliário), entre outros.

A saborosa história é aqui relatada por Chantal Kopenhagen Goldfinger, formada em propaganda e marketing pela ESPM e em cinema, pela FAAP. Ela e o irmão Gregory, com o apoio do pai, Paulo, fizeram como tantos outros jovens herdeiros pelo mundo: fundaram uma start up. Eles apreenderam a amar chocolates na família, é claro, mas como eram muito crianças, não tiveram nenhum contato com a empresa familiar no passado. “Nossa história com a Gold & Ko é 100% nova”, ela diz.