Gabriela Baumgart é integrante da terceira geração da Família Baumgart, Gabriela é especialista em governança e sucessão familiar, temas tão necessários para as famílias empresárias.
Gabriela Baumgart fez uma palestra riquíssima sobre negócio familiar e sobre o ser mulher dentro deste contexto. Dividiu a sua experiência pessoal de uma acionista que foi executiva na companhia e, desde 2017, atua em conselhos de outras empresas.
Ela é uma apaixonada por governança, sistema que ajuda as empresas na preservação e otimização de valor, na redução de conflitos, no alinhamento de interesses e na melhora do processo de decisões estratégicas. O Grupo Baumgart teve início em 1936, os avós de Gabriela, Otto e Marianne, que fundaram a Vedacit a partir da venda de impermeabilizantes de porta em porta. Empreendedores de primeira linha, Otto e Marianne criaram um produto inovador e que ao longo da história virou referência da categoria.
Silvia Braz é um fenômeno. Considerada um case de sucesso em marketing digital e vendas, ela é uma das maiores comunicadoras e digital influencer da atualidade. No FBFE Mulher 2021 e empresária bateu papo com Nelson Cury Filho, fundador do FBFE e a coaching de alta performance, Flávia Camanho.
Silvia Braz é CEO de sua própria empresa. Gere uma equipe extremamente competente e determina metas para serem batidas. Apesar de glamoroso, seu trabalho exige estratégias de comunicação muito assertivas, resultados e análise de dados. É um trabalho desafiador como outro qualquer.
“Eu sou o produto da minha família. Uma família matriarcal de mulheres extremamente fortes. Sempre bebi dessa fonte da força feminina. Muito da minha trajetória para chegar até aqui se deve ao que aprendi com a minha família no passado. Não é fácil chegar até aqui sendo mulher. Diariamente precisamos fazer grandes escolhas e nos apropriar de nossos sonhos e ir lutando” destaca Silvia Braz.
Cristina Castro, CEO do Instituto Glória, promove o fim da violência de gênero contra as mulheres e meninas a partir da igualdade de gênero. Afinal, como a robô Glória atua no combate à esta realidade?
Cristina Castro é a “mãe” da robô Glória, “plataforma de transformação social que atua de maneira colaborativa, entre empreendedoras e lideranças, para juntas resgatarem mulheres da vulnerabilidade social”.
Vamos lá! É importante salientar que 75% da predição de consumo no mundo hoje é feito por mulheres. 75% da vontade de compra é pensada e balizada pelo gênero feminino, seja a compra final feita por homens ou mulheres. Para que possamos falar sobre desenvolvimento sustentável no mundo é necessário ouvir as mulheres e entender o gênero feminino. Mas um segundo ponto fez Cristina criar a robô Glória: dados alarmantes sobre violência contra a mulher. Continue lendo
Silvia Furmanovich se tornou referência em alta joalheria desde o lançamento da sua marca há mais de 15 anos. As peças artesanais sofisticadas da sua marca são feitas com técnicas antigas altamente meticulosas. Uma combinação do artesanato aprendido com o pai de Silvia, que era ourives e a sua própria paixão pela cultura ao redor do mundo, pelo mundo natural, cores, viagens e moda.
O início da marca foi no ano 2000. Silvia Furmanovich, que é formada em publicidade pela FAAP, trabalhou com muitas coisas diferentes. Ela vem de uma família de joalheiros. Seu pai, que faleceu quando ela tinha 17 anos, trabalha em casa e ela pôde ter a vivência do ofício bem de perto, desde sempre.
O que moveu Silvia era o desejo de ir a lugares remotos do mundo e resgatar a coisa feita manualmente. Ela sempre ficou atraída por ver mulheres fazendo bordados, artesanatos e coisas manuais. O Brasil é riquíssimo em artesanato e tem grandes talentos.
Patrícia Cardim é a quarta geração da família à frente da Belas Artes e começou a trabalhar na instituição aos 15 anos; aos 26, tornou-se diretora-geral. Como muitas das histórias das famílias empresárias, o início da trajetória de um profissional, geralmente é marcado pela perde de um ente querido. A famosa sucessão.
No caso de Patrícia Cardim, seu pai que dirigia a Instituição ficou com câncer. Os médicos alertaram a família que ele só teria seis meses de vida pela frente. Patrícia, que já trabalhava há 11 anos na Belas Artes foi pega de surpresa, mas como já havia passado por quase todos os departamentos da empresa, se sentia apta a assumir o cargo, até porque ninguém mais da família queria fazê-lo.
“Aquele momento foi um presente, embora tivesse sido um período de muita dor e de conversas muito difíceis. Precisei ter uma conversa dura com minha família, para falar sobre a morte de meu pai. Tive que estruturar o testamento, documentações. Não foi nada fácil, foram 9 anos de quimioterapia” completa Patrícia Cardim. Continue lendo
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