Economia e política no Brasil atravessam diretamente as decisões de longo prazo das famílias empresárias. A partir dessa relação entre atividade econômica, ambiente institucional e cenário internacional, Christian Lohbauer analisou os desafios de planejar em um país marcado por ciclos e mudanças frequentes.
Essa foi uma das provocações centrais de Christian Lohbauer durante o Family Office Summit Goiânia 2026, promovido pelo Fórum Brasileiro da Família Empresária (FBFE).
Private Equity e patrimônio familiar estão cada vez mais presentes na mesma discussão entre famílias empresárias que buscam diversificar seus investimentos no longo prazo. Grande parte da riqueza das famílias empresárias nasceu fora do mercado financeiro. Nasceu de empresas.
Alguém identificou uma oportunidade, assumiu riscos, colocou capital no negócio e passou décadas construindo valor. Para Renato Abissamra, sócio sênior da Spectra Investments, essa origem ajuda a entender por que o Private Equity deveria estar mais presente nas discussões sobre alocação patrimonial de longo prazo.
Nascer em uma família empresária significa receber oportunidades, patrimônio, relações e uma história construída muito antes de sua chegada. No entanto, também significa conviver com expectativas, responsabilidades e, muitas vezes, com o peso de um sobrenome.
Foi a partir dessa reflexão que Nelson Cury Filho abriu o Family Office Summit Goiânia 2026, promovido pelo Fórum Brasileiro da Família Empresária (FBFE).
Poucas histórias empresariais estão tão ligadas ao desenvolvimento de Goiás quanto a do Grupo Jaime Câmara. Ao longo de quase nove décadas, a família participou da construção da comunicação no estado, acompanhou transformações políticas, econômicas e culturais e criou iniciativas que ultrapassaram o universo dos negócios.
Agora, depois da venda de 85% do grupo e da saída da família da operação, uma nova etapa começa a ser desenhada. Foi sobre esse percurso — e sobre o que permanece quando uma família deixa o negócio que construiu — que Larissa Roriz Câmara Guimarães falou no Family Office Summit Goiânia 2026.
Em um país onde os juros elevados tornam a renda fixa especialmente atraente, investir em empresas privadas pode parecer uma escolha pouco intuitiva. Mas é justamente nos períodos em que o capital se torna mais escasso que surgem algumas das oportunidades mais interessantes para investidores dispostos a assumir riscos e manter uma visão de longo prazo.
Essa foi uma das reflexões apresentadas por Rafael Bassani, sócio-diretor da Spectra Investments, durante o Family Office Summit Ribeirão Preto 2026. Em sua palestra, o executivo analisou a evolução do mercado de investimentos alternativos no Brasil, os fatores que influenciam os retornos do Private Equity e as oportunidades que surgem quando investidores direcionam recursos para a economia real.
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